Este blog nasceu da id�ia de publicarmos poesias, cr�nicas, contos, textos... nossos e dos nossos amigos e amigas. Esperamos contar com participa��o de todos e todas.   Ded� , F� e Andr�a .

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J� passaram por aqui [#CONTADOR#] amigos e amigas

Transe

Quando n�o se tem o que escrever n�o se escreve nada?

Deixa-se o transe tomar conta de sua alma

E depois o que vier vai ser obra da loucura

Sim, porque � a loucura!

� deixar-se ser o que ningu�m se encoraja

� deixar a ess�ncia viver

Tem gente que consegue ser louco e n�o entrar em transe

Ser�?!

Mas tem gente que n�o consegue entrar em transe sem se deixar ser louco

Acho que sou esta

Sou esta que fica louca

Que entra em transe

Que deixa algu�m tomar conta de sua alma

Que v� sua alma como algo coletivo

Que acredita que o coletivo �s vezes � individual

Que v� assim um indiv�duo como voc� mesmo �s vezes

Mas que nunca consegue, ou quase nunca consegue, se ver num coletivo

Que consegue se ver sozinha na multid�o

Que multid�o! Nossa que multid�o!

Que solid�o! Minha nossa que solid�o!

Viram s�?

O transe se fez

(Edelaine)




Em respeito � originalidade, este blog n�o faz nenhuma altera��o nos textos recebidos.

20/10/2005 12:11
NO DIA EM QUE FUI KANT

No dia em que fui Kant
Toda a realidade era transcendental
O amor era como castelo de areia
E o mar estava morto.
A luz era o negro da escuridão
E a claridade, pedras ofuscas

No dia em que fui Kant
Havia de perder a razão
Pra viver num espelho
Onde as cores vivificavam
No preto e no branco
O concreto não tinha consistência

Acreditei não acreditar em nada
A fraqueza era minha fortaleza
E a vontade, desânimo
Perdi, como a melhor forma de ganhar
O não era meu sim
E detestar foi meu gosto

A poluição que me cegava
Estava pura e leve
Como as matas cinzas

E Deus era feito de gente
À semelhança do homem,
Que por hora não se identificava
Mas eu era Kant

Me alegrava estar triste
E não entender me fazia sábio
O tempo ao Diabo pertenceu
E o espaço não existiu

No dia em que fui Kant
A lógica estava na minha loucura
Se é que louco eu estava.

Fechei os olhos
Pra melhor observar o nada
E conclui que nada era moral.



Vivi o fenômeno da morte
E por isso deduzi como juízo
A cólera dos amores perdidos
O inicio do mundo

No dia em que fui Kant
O amor se fez guerra em mim
E a verdade me iludia.
A priori dormi e a consciência voltou

Percebi que no dia em que fui Kant
A razão era minha embriagues
E a filosofia que estava na garrafa
Eu havia bebido por completo.

LUIZINHO BRITO

enviada por Plantando Letras...






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Estrelas...

Quem s�o elas?

Quando a noite cai elas surgem para preencher o c�u com todo seu brilho e encanto

Iluminam o mundo em parceria com a lua

S�o atores completos, singelos e anunciantes

Diferentes, quando se encontram se completam harmonicamente fazendo o c�u parecer um manto bordado.

E cada ponto � perfeitamente costurado, aperfei�oado, entrela�ado

Quem s�o elas? As estrelas que hoje se apresentam nesse c�u encantado...

Somos n�s, s�o voc�s

Sejam bem-vindos e contemplados!!!

(Fabiana Teixeira)